Turismo
Turismo religioso, rural e cultural, todos com grandes potenciais de desenvolvimento. A Embratur, através de portaria publicada em 28 de novembro de 1997 no Diário Oficial, deu à cidade o selo de município com potencialidades turísticas, “possuidor de recursos naturais expressivos”, serras (Serra de Santana), riachos, cachoeira (durante os períodos de cheia dos rios), lagoa, pinturas rupestres e cerâmicas da pré-história, pedras esculpidas pelo vento, pequenas cavernas, trilhas e um povo hospitaleiro, aliados a um conjunto arquitetônico único no estado.O que falta para a exploração desses recursos é, primeiramente, estrutura: a cidade é carente de restaurantes – possui duas churrascarias apenas – e hotéis, existindo apenas uma pequena pousada. Por outro lado, isso não deixa de dar um certo charme à cidade, que, mesmo estando aberta para o progresso, ainda mantém a rotina de uma cidadela, onde todos se conhecem.
Florânia não deixa de ser interessante para quem busca roteiros mais irreverentes, como o ecoturismo rural e o turismo de aventura, que encontram palco perfeito entre as serras, à beira dos riachos. Dentre os pontos turísticos, também chamam atenção a lagoa do Livramento, o belo pôr-do-sol da Garganta e o Mirante, que fica em cima da serra do Cajueiro, deste local é possível se contemplar uma grande faixa de terra do estado, pode-se ver o vale do Açu, o Pico do Cabugi, entre Lajes e Angicos, região central do RN e, à noite, consegue-se ver as luzes de vinte e uma cidades.Caminhando três quilômetros em cima da serra, chegasse ao Pau do Oco, uma Tamboa tão grossa e oca que quando se chovia era possível se tomar banho dentro dela, porém a árvore passou por um processo de deterioração provocado pelos próprios moradores locais que cortaram partes de seu tronco e galhos, já houve até quem tentasse queimá-la para aproveitar sua área no plantio, portanto faz-se necessário uma atitude política em busca da recuperação, preservação e valorização da árvore como patrimônio do município.